Hercólubus

Fantasticontos, escritos e literários

 Acordei cedo! Pela altura do Sol seria o meio da manhã, mas não era. Olhei para o lado da cama onde deveria estar minha mulher. Ninguém!

Vou tomar banho, o calor está muito forte, vem em minha mente uma música antiga que meu pai costumava cantar quando eu era menino, chamada o último dia. Fiquei cantando no chuveiro estrofe de uma música umas cinco ou seis vezes seguidas, me lembrando de pai imitar seu autor cantando na TV.

– Nada mais oportuno para esse momento. Falo para mim enquanto me seco.

Volto para o quarto e Dália ainda não voltou, ela é dada a passeios matinais, ainda que para o momento e os acontecimentos dos últimos dias não seja o mais adequado.

Dália certamente saiu pela manhã e não quis me acordar, lembro vagamente de um leve beijo.

– Como posso ter um sono tão pesado assim? Droga!

–…

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