[Vá com o Carmo] “Incidentes da Noite”: Uma leitura de outra ordem

balbúrdia

Capa de “Incidentes da Noite”

Em INCIDENTES DA NOITE, de David B. (Veneta, 2021, tradução de Maria Clara Carneiro) o leitor é convidado a flanar por Paris na companhia do alter ego de seu autor em uma aventura livresca que vai de Jorge Luis Borges à Arturo Pérez-Reverte, autor de O Clube Dumas, imortalizado no cinema por Roman Polanski no filme de 1999, The Ninth Gate (O Último Portal, no Brasil). Uma investigação literária insólita, uma busca surrealista pela imortalidade ou um delírio demoníaco? O submundo do secularismo literário de Paris é o pano de fundo de uma conspiração maldita que acena para Victor Hugo, com pitadas do cinismo de Louis-Ferdinand Céline, do simbolismo de Stéphane Mallarmé e do pessimismo fatalista de Emil Cioran, um deleite de referências literárias, um desafio de leitura e de tradução. Inescrutável?


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