É necessário reinventar o Exército brasileiro

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Xadrez Verbal

Três de junho de 2021: o general de divisão Eduardo Pazuello, da ativa, foi absolvido pelo Exército após participar de ato partidário com o presidente Bolsonaro. A discussão sobre a politização do Exército ganhou os jornais, mas ela é um pouco míope. Miopia, nesse caso, em analogia ao seu sentido médico, quando a visão de longe é prejudicial.

É importante debater a postura política de Villas Bôas, a injusta demissão sumária de Pujol, a omissão do EB ao isentar Pazuello, etc, até por serem o que nos afeta hoje. Só que não adianta falar disso enquanto se fala do Exército de Caxias. E aqui é uma referência direta ao patrono da arma, Luís Alves de Lima e Silva, o Duque de Caxias.

Caxias foi declarado patrono do EB em 13 de março de 1962. Virtualmente ontem. A justificativa para isso seria o fato de que Caxias simbolizaria o “soldado obediente”…

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