Sou preta pós-graduada: conselhos de minha mãe nordestina e minha síndrome da impostora

Empatia e Pertencimento

Quando eu tinha quase 20 anos, minha sábia e maravilhosa “mainha”(mãe rainha), sentou-se ao meu lado para um ‘café filosófico’. Conversamos sobre expectativas de vida, ela me contou sobre como sobreviveu até ali, sobre como é difícil, mas não impossível, ganhar vida honestamente.

Ela me aconselhou sabiamente, como toda mãe que quer ver seus filhos progredindo, que eu estudasse, se possível temas diversos, já que era imprevisível saber de onde surgiria uma oportunidade. Ela me estimulou a trabalhar em uma empresa grande: “essas que te dão chances de criar uma carreira completa, sem mudar o registro na carteira”.

Concordamos que outra prioridade seria comprar um terreno, mesmo que longe de tudo, para que eu pudesse construir com as ‘minhas próprias mãos’ omeu lugar para chamar de lar. Enfatizou que eu poderia fazer isso tudo sozinha, mas seria melhor encontrar alguém para estar ao meu lado, talvez até casar se…

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