Quem estará sempre com você?

Mulher quebrada

*texto originalmente publicado no portal Barasa Plutônica

Quando a gente é muito jovem, é pressionado à ideia de que é preciso mudar o mundo. Eu queria sim mudar o mundo, mas também entendia que era um trabalho coletivo e não apenas meu. Embora eu possa sim tentar uma mudança isoladamente, procurando evoluir enquanto ser humano.

Quando eu tirava um B em prova, era levada a crer pelo sorriso amarelo da professora de que aquilo não era o suficiente e de que eu precisaria dar a minha alma por um A. Essa foi a fase em que passei a me contentar com o C, com a certeza de que havia aprendido, inclusive, com os erros, que se não existissem, teriam me lavado ao A e ao sorriso mais contundente da professora.

Quando eu tinha terminado o colégio, havia perguntas como o que eu iria fazer, que profissão iria seguir, o que…

Ver o post original 604 mais palavras