Crítica: Beast

Contra todos

Lançado em 2017, “Beast” soa como uma fábula adulta e moderna, quase como aquelas versões originais e obscuras que descobrimos sobre os contos de fadas. A produção captura essa atmosfera do realismo fantástico para contar uma trama densa, guiada por protagonistas ambiguos. Em uma comunidade rural e afastada, conhecemos Moll (Jessie Buckley), uma mulher que demonstra impotência diante do controle e pressão de sua família conservadora. Claramente insatisfeita com sua vida, ela acaba conhecendo aquele que parece ser sua salvação de sua prisão, Pascal (Johnny Flynn), com quem logo se apaixona. Fascinada pelo misterioso forasteiro, ela precisa lidar com o fato de que ele é o principal suspeito de uma série de assassinatos brutais.

O filme conta com a direção e roteiro do estreante Michael Pearce, que surpreende por conseguir construir um produto que navega, de forma harmoniosa, por diversos gêneros. É brilhante como quando aquilo que começa…

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