A conciliação pluralista.

Pensar o Trabalho e o Trabalho de Pensar

Ética.

O ser humano tende à obstinação ante ao impossível. Seja procurando encontrar a fonte da juventude eterna, seja cogitando sobre como desfazer a maionese, seja tentando unificar os fundamentos morais, queremos o que não se pode ter.

Embora saibam ser absurda a ideia da fusão de escolas filosóficas, muitos teimam em integrar as lógicas das éticas formal-procedural (inspiradas em Kant) e substantivas-tecnológicas (inspiradas em Aristóteles).

Nas primeiras, as exigências se prendem à imparcialidade, o que leva à postulação de princípios universais. Mas estas formas de pensar não são suscetíveis de traslado à realidade moral. Por isso, dão a sensação de negligência para com o dever. Terminam por gerar culpa e remorso.

Nas éticas substantivas-tecnológicas as exigências morais se dirigem à busca de uma vida virtuosa, isto é racional. Como não se pode manter para sempre uma conduta inequívoca, essa linha de pensamento acaba por gerar desprezo e…

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