Estamos numa discoteca? Acho que me enganei no sítio.

Elisabete Martins de Oliveira

Estou a viver no Reino Unido há quase três anos e gosto de andar a passear pelas lojas, conhecer os seus produtos e deixar-me fascinar por um artigo. Gosto, no geral, da influência que o marketing tem em mim – quando é positivo, claro.

Ora, entre Outubro e Dezembro do ano passado, quando em várias ocasiões entrei em supermercados e lojas, tive a sensação de entrar numa discoteca. Entrava e ficava abismada. O volume da música ambiente estava demasiado elevado para aquele que eu (e, diria, a maioria das pessoas) consideraria adequado para retalho. Claro que não ficava incomodada – pelo contrário, até achava piada, porque a música animava os espaços. Numas vezes, parecia ter entrado, em concreto, numa discoteca dos anos 80!

Há qualquer coisa de curioso no ser humano, em como, quase que por instinto, reage à música. Claro que, como a maior parte das coisas, este facto…

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