Carta aberta

Depois de um dia cheio, eu só queria deitar na cama e lá ficar umas 10 horas seguidas. Caio num sono profundo.

Oi, Caio. Essa é uma carta pra você. E só colocando o seu nome nela, é que trarei à tona os sentimentos de que preciso.

Antes de começar, queria dizer que não entendo o porquê de você ainda se fazer presente em meus pensamentos. E por estar cansado de questionar, quando me pego pensando em ti, digo “paciência” e sigo.

Talvez, lá no fundo, com o nosso breve envolvimento como pano de fundo, eu precise aprender algo sobre como eu me relaciono com as pessoas e o mundo ao redor, sobre quem entra e quem sai da minha vida, sobre limites; algo sobre mim. E por mais que eu me oponha à ideia de ser você a “me mostrar” isso, o que eu posso fazer?

Quando suas lembranças…

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