Sherlock Holmes, o junkie genial

Resenhando e andando

Desde sua primeira aparição em 1887, nas páginas da
revista “Beeton’s Christmas Annual”, com o conto “Um Estudo em Vermelho”, o
detetive particular Sherlock Holmes causou e continua causando furor. O
personagem criado pelo médico e escritor escocês Arthur Conan Doyle é
magnífico. A começar pelo nome absolutamente incomum – Sherlock – mas de
pronúncia sonora agradável; o detetive é uma figura cativante, magnética. Ele é
o protagonista de quatro romances e 56 contos, totalizando uma vasta coleção de
mistérios resolvidos, deduções brilhantes, obstinação por detalhes, brigas
memoráveis, wit britânico e frequente uso de drogas.

Holmes era um fumante compulsório e não desgrudava de seu cachimbo. Além disso, ele usava morfina, ópio e cocaína — drogas que em sua época eram liberadas e vendidas em farmácias. Como médico, seu fiel amigo Dr. Watson desaprova o vício em cocaína, preocupado com o efeito sobre a saúde mental de Holmes. Ele gostava de…

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