CORRE, CRIVELLA, CORRE…

Pedro Paulo Rasga a Mídia

censuradoOs heróis do Clube Marvel certamente já não são mais os mesmos e é possível que qualquer dia surja uma versão do Capitão América “anti-Trump”, que muito certamente seria censurada pelo Bolsonaro. E que tal o príncipe Namor ressurgir na pele de um negro chamado João Cândido, o marinheiro que até hoje causa calafrios nos almirantes? Dar ressignificações a protótipos pode, muitas vezes, ser o viés educativo dos quadrinhos. Outros super-heróis, de outros significados, podem igualmente ser desconstruídos, como Batman e Robin. Batman não passa de um justiceiro que age na base do “bandido bom ébandido morto”. Como seria um “novo Batman” defendendo os direitos humanos, e nem por isso, deixando de fazer justiça? Quanto a ser gay, se aquela narrativa que ficou muito famosa for mesmo verdadeira, já passou da hora de ele se assumir com o menino prodígio (para tristeza da Mulher Gato).

O Brasil vive…

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