Garnier

Ela girava, girava e girava.

Talvez essa fosse a sensação do momento. A vertigem mais doce entre seus movimentos rápidos e encantadores. Tentava focar minha visão em um de seus pontos, mas eram tantos pontos para se analisar, tantas qualidades, tantos pontos para se deitar em pleno deleito e pensar na felicidade plena. Ela era a felicidade plena.

Ela girava dançando entre a multidão e eu tentava acompanhar. Corria que nem uma criança, um bobo apaixonado em meio as pessoas. Ela me fazia uma criança novamente, sonhava, mas sonhava alto sem medo de cair. No alto ou no chão pouco importa, mas sim a companhia, a presença dela.

Talvez fosse o olhar, ou, o beijo. Estava petrificado, incapaz de formar palavras e pensamentos concretos que fizessem a razão. Ela me tirava isso, mas fazia disso um sentimento profundo e jamais visto por nenhum ser, muito menos um mero mortal como…

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