Mostra Giramundo: a reinvenção do teatro de bonecos

Sete Íris | Literatura e Jornalismo Cultural

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As marionetes ou bonecos articulados por vezes passam uma imagem pejorativa de manipulação. Utilizada em diversos videoclipes, charges e desenhos para ilustrar de forma negativa a movimentação involuntária por uma entidade superior, a arte do teatro de bonecos se reinventa nesse novo século para manter viva a magia meticulosa dos brinquedos vivos. A “mostra mundo giramundo”, em cartaz até o dia 27 de agosto no Centro Cultural da Caixa do Rio de Janeiro, é uma possibilidade de entendimento e conhecimento da história desse grupo fundando em 1970. Mais do que os fantásticos – e sim, às vezes assustadores – bonecos expostos, a mostra traz informações surpreendentes sobre a concepção e montagem das peças.

O grupo, criado pelos artistas plásticos Álvaro Apocalypse, Tereza Veloso e Madu, tem origem universitária, com a contribuição e formação de cenógrafos, construtores, figurinistas, iluminadores e marionetistas. A ideia da criação de bonecos articulados surge pela dificuldade técnica e econômica de produzir desenhos animados, o verdadeiro desejo de um dos fundadores, Álvaro. Desde então, são mais de quatro décadas de trabalho, com 34 espetáculos teatrais montados e um acervo de aproximadamente 1500 bonecos e objetos…

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