​Sociedade customizada (I)

Philos Alétheia

O sociólogo polonês Zygmund Bauman, falecido em janeiro deste ano, durante sua vida trabalhou temas diversos com relação a grande problemática da frivolidade e supressão das relações; antes duradouras, hoje submetidas ao tubo de sucção da grande máquina pós-moderna ou da não seriedade e comprometimento com as devidas disposições assumidas. Assim é que no ano 2000 conceituou a pós-modernidade como “modernidade líquida”, e ao longo dos sucessivos anos evidenciou não apenas o comportamento líquido da mesma, mas a carga trazida por essa liquidez, quer fosse para a arte, o amor, o tempo… Enfim, tudo se vê afetado pela não-perenidade, isto é, a frivolidade em qualquer aspecto das relações antropológicas. Poderíamos dizer até mesmo ser o conceito de eternidade barrado pela caducidade dos valores interligados ao âmbito da fé. Para a Igreja, a fé é um encontro com uma Pessoa: Cristo. Este encontro, porém, necessita de uma complementaridade estimulante, livrando-o de…

Ver o post original 490 mais palavras

Anúncios

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s