Decisão

Café, Letras e Poesias

Então eu estava ali novamente, um cigarro na mão e uma bebida que descia a garganta queimando e em cada dose eu queria queimar até virar cinzas tudo que estava sentido.

Eu não podia culpar a você e nem ninguém, fui eu que agi como um tolo insistindo em um amor que nunca haveria possibilidades de nascer, mas sabe como é o coração, ignora a razão, joga ela em uma lata de lixo e sempre mantendo a fantasiosa esperança do melhor, nos faz agir sem pensar. É bom se entregar vez ou outra, ser intenso mais que qualquer outra coisa, deve ser por isso que estou aqui tentando arrancar seus pedaços que ainda restam em mim.

Aquele teu sorriso que dançava no ar me pegava desprovido de proteção, muitas vezes não havia tempo de vestir a máscara que usava para esconder tudo que sentia por você, estava sempre distraído imaginando…

Ver o post original 220 mais palavras

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