Aurea et cruor

Contos sobre nada

Lá vêm os homens

Desesperados,

Buscando sublimes

Consolações.

Que lhes acalmem

A alma agonizante.

Morrendo devagar

Na própria sombra.

Vestidos com o manto

Da pura arrogância,

Dos regentes ignorantes.

Apunhalam inocentes e

Do sangue que lhes caem:

Lustram egos putrefatos.

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