Não se trata de mais uma homenagem póstuma ao cantor Belchior.

Psicologos

Há mais ou menos dois anos, no dia 29/05/2015, numa manhã de quinta-feira, eu acordei às 05:00h e a canção “velha roupa colorida” ecoava na minha cabeça. Não se se tratava de um resíduo onírico ou de uma continuação da minha última sessão de análise do dia anterior. Era algo que parecia ir além de mim. Eu sentia uma enorme vontade de escrever e, como numa espécie de ato sublimatório, eu tentei expurgar, através da escrita poética, aquele sentimento que não cessava de me inquietar. E assim eu escrevi:

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