Violeta Parra pintou, bordou, espalhou cultura e cantou a liberdade

Crônicas do Sul

Neste 2017 completam-se 100 anos de nascimento e 50 anos da morte da artista e incansável pesquisadora da cultura popular chilena, a cantora do humano e do divino

por Vitor Nuzzi,

Yo te conozco bien
Hermana vieja
Norte y sur del país atormentado
(…)
Cántame una canción inolvidable
Una canción que no termine nunca
Una canción no más
Una canción
Es lo que pido
(Nicanor Parra, “Defensa del Violeta”)

violetas.jpgCom a mãe Clarisa (1960, eno espetáculo “Violeta de Mayo” , com a filha Isabel (Chabelita) Livro Yo Soy la Feliz Violeta – Reprodução

Genebra, 1965. Em um programa da TV suíça, a crítica de arte Magdeleine Brumagne pede que Violeta Parra explique uma de suas arpilleras, uma técnica têxtil de raiz popular e também uma forma de expressão, de narrativa do cotidiano. “Estes são os que amam a paz”, responde, mostrando as figuras desenhadas: ela própria, um amigo argentino…

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