O amor que reside nas coisas

Literatura, café e outros vícios

Confesso que amo museus. Mas também confesso que minha experiência,  pelos vários museus que visitei, resume-se à apreciação estética, à experiência de ver e simplesmente admirar a beleza, o talento, ou a importância histórica de cada obra. Assim foi quando fui ao MASP pela primeira vez e vi uma pintura de meu ídolo Monet: ver e ter a noção de que muito tempo atrás um gênio planejou e executou com pinceladas únicas aquela obra-prima me emocionou e me encheu de prazer. Era a beleza do momento mas também era a noção vaga e inexprimível de que eu olhava para dentro de mim e sentia toda a energia do maravilhoso trabalho humano.

Assim foi, nos anos que se seguiram, com vários outros museus que tive a felicidade de visitar pelo mundo: Paris, Londres, Barcelona, D’Orsay, Louvre, National Gallery, Gaudí; em cidades que, por si, considero como museus vivos e fascinantes, algo…

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