A arte não está em crise

Mundo "hipatético" de Amanda

A caminho do trabalho, entro no metrô como de costume e me sento a janela. Em seguida um homem entra, silencioso. Coloca uma placa no corredor com alguma mensagem que fala sobre amor, não sei ao certo.

Ele se dirige ao outro lado do vagão, retira uma flauta da bolsa e começa a tocar. Uma música melodiosa, calma e soa até triste, como um pássaro que está preso em uma gaiola. Enternecida com a música, admiro aquele homem tão talentoso, olho a minha volta e observo outras pessoas encantadas também, observo outras, porém, um pouco mal humoradas, como se o homem fosse um intruso ao sossego entediante e monótono delas.

Mas por quê?

Que mal faz um pouco de música aos ouvidos? Sendo que tudo o que esse jovem quer é uma ajuda para se manter e não está obrigando ninguém a fazê-lo. Talvez, sua única opção foi procurar na…

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