As armas genocidas do No Alternative

Factor Zero

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Em 1978, a explosão punk começava a esfriar para a grande mídia e a indústria fonográfica. Mas as sementes de um novo modo de agir e pensar, de lidar com a música, já havia germinado e dava seus primeiros frutos.

A indústria do show business já não era mais essencial para que as bandas de rock existissem. Ninguém precisava mais ser um “músico fantástico” para integrar uma banda. Bastava um ou mais amplificadores que funcionassem, algumas peças de bateria, alguma revolta, ter o que dizer (ou não) e a vontade de ter uma banda.

O público das primeiras bandas punks se tocou que podia também fazer o que aqueles loucos faziam. Assim, no mundo todo nascia o que seria conhecido, entre outras denominações, como “second coming”. Agora já não eram centenas, mas milhares de pequenos grupos que brotavam por todos os cantos no mundo todo, inclusive no Brasil.

O No…

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