Performance arte, a arte que o corpo grita. [1/5]

Coletivo Oh Manas

Há quem diga que a performance arte ainda é vista como um tabu em pleno século XXI, a arte que o corpo fala, grita, esperneia e provoca. A arte que não se compra.

Quem se lembra de Flávio de Carvalho caminhando em direção oposta na procissão de Corpus Christi? Seria uma contradição religiosa ou provocação? Um salve a coragem de Flávio de Carvalho pela Experiência Número 2 que até hoje se questiona as razões pela qual executou tal performance. Em meio ao mar de fiéis fervorosos caminhou o artista que em minutos o mar se tornou turbulento e os cristãos que tanto glorificavam na procissão os mesmos quiseram lixar o artista. Amém, era 1931.

Como provoca e registra na mente do público o ato da performance, como criticar a forma mais sublime e de impacto do mundo da arte sem ao menos vive-la e sentir do gosto. Quando penso…

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