A garota do Bar da Noite

Agnes era exótica. Estava longe de ser qualquer mulher. Afinal, uma mulher nunca será uma mulher qualquer, mas essa era diferente de qualquer outra. Era a moça que todos os homens do grande Rio amaria ver arrastando seu vestido rendado exalando sua silhuetas da maneira mais sonora que o som de um piano. Era uma nota descendo em sintonia com o andar que parecia uma metáfora a linguagem. Eram as curvas mais desejadas daquele litoral.

Ela era uma canção típica brasileira. Engajada, poética e viva. Muitos a consideravam uma mulher de todos, pois querendo ou não era uma prostituta, sempre andando de baixo da luz vermelha. Era possível sentir as noites em seus olhos.

Do outro lado do amanhecer havia Carlos. Carlinhos para os próximos. Carlos ou Carlinhos, como Abel da quitanda o chamava, era um cantor de clássica inocência ilusório do amor. Um rosto pedindo para sofrer. pedindo para…

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