Tudo acaba em vida

Mariel Fernandes

Se não forem saltitantes, itinerantes e ávidas, que graça teriam as coisas havidas? É urgente que o nosso tempo aqui seja vívido, bem vivido, impávido colosso, (que emprestei do hino). Que tenha histórias pra contar a essa gente que duvida do poder da caminhada, do cheiro de terra molhada, do pão de queijo quentinho, de Romeu e Julieta, da existência do Opala, das reticências, das estrelas onde moram as fadas, que é possível gostar de subidas ou que o amor é tudo que não revida. Habitar no morno é viver em uma sala escura, cheio de perdões a receber e colecionando dívidas. Adote uma polêmica, espalhe perguntas, pise na grama, cometa erros históricos, divirta-se, divida-se, divida. Almas são pipas de Deus, como poderiam se perder do amar ou dele estar à deriva? Portanto, aos razoáveis, o consenso, o previsível,as respostas do Google, o clima de Curitiba. Aos inconformados, os tombos…

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