Emanuel Madeira

2 mil toques

Se preciso escrever minhas crônicas semanais ou mensais, que são programadas todo mês ou toda semana, preciso estar sozinho e em um lugar silencioso, onde só possa ouvir os sons da tecla do meu notebook, para escrever o que chamo de ‘texto corrido’.
Raras são as vezes que recorro a um papel para redigir o primeiro rascunho, para depois escrever repassando. Escritor, que se preze como tal, mais reescreve do que escreve. Esta é a verdade que ninguém diz. Nunca sai publicado o que escrevemos a primeiro toque.
Sempre passa por refinamento, revisão. As poesias que surgem, hora ou outra em minha mente, vem como um raio, que nunca bate no mesmo lugar! Tenho que escrever na hora que surge e pronto: no celular, papel de bala, recibo, guardanapo ou na mão. Mesmo que não  julgue como uma boa inspiração, nunca se sabe, se for o contrário também.
Tenho folhas…

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