Terror e miséria na poesia modernista: Mário e Drummond entre escombros

LavraPalavra

Por Camila Chang Feitosa e Gabriel Lazzari

Quando pensamos em modernismo no Brasil, não há como desvinculá-lo de nomes como Mário de Andrade e Carlos Drummond de Andrade. Ainda que tratemos a Semana de Arte Moderna de 22 como grande marco do movimento, é notória a presença de traços fundamentais dessa estética também na obra de Drummond e poucos o tirariam da lista dos importantes expoentes modernistas. As proximidades entre os dois autores, longe de expressar proximidades biográficas ou de percepções existencialistas sobre vidas muito semelhantes, estão intimamente vinculadas à dinâmica social complexa do período pelo qual passava o Brasil, indissociável dos processos de formação da nossa realidade social (tanto no âmbito nacional quanto internacional – e especialmente na relação entre ambos).


Nesse sentido, este trabalho tem como objetivo tratar das aproximações e afastamentos entre duas obras dos autores mencionados, a saber, “Eu nem sei si vale a pena”…

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