Um sopro no vento: A poesia lírica, enraizada e onírica da banda portuguesa Madredeus

Mara Vanessa Torres

“Haja o que houver, eu estou aqui/ Haja o que houver, espero por ti/ Volta no vento, oh meu amor/Volta depressa, por favor.” A paixão embebida em tristeza flutua das cordas do violão para a voz angelical de Teresa Salgueiro. Para o ouvinte, a sensação é de doce melancolia, certo aperto no peito e lágrimas involuntárias. Apostando em uma viagem imagética mais intensa, há a possibilidade de visualizar a música de trovadores medievais. Essas são as emoções que a banda portuguesa Madredeus é capaz de evocar.

madredeus Banda Madredeus – Foto: Divulgação

Formada em 1985, a banda é conhecida mundialmente por unir elementos da música tradicional portuguesa – que vai muito além do fado, vale lembrar – à música erudita, além de influências de canções populares contemporâneas. Outra partícula viva no trabalho do Madredeus são as composições saudosas, regadas pelo amor e pela dor da ausência: paixões que se vão, andanças…

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