Quando 2+2 não é 4.

Igor Tomaz

Dados obtidos por avaliações são preciosos para toda a cadeia de ensino. De um lado, os estudantes esperam por isso e do outro professores e escola tem a chance de ver e avaliar seus próprios desempenhos planejados.

Porém sempre me policiei muito nisso, pois números não mentem mas enganam. Avaliações criam índices, indicadores parciais de aprendizado. Sendo o processo contínuo e infinito, se apegar a uma faixa indicativa como única e exclusiva tecnologia de tomada de decisão e projeção de ações de atividade pedagógica e educação pode ser tão arriscado quanto não usar nenhum.

Exemplo disso é em relação a índices extremos. Nossa percepção humana impede de aceitar índices matematicamente viáveis como no caso de 100% ou 0% de aproveitamento de uma classe.

Se toda a classe é nota 10/MB ou 0/I, está errado? Ora um resultado desse é possível, mas nos é de alguma forma inaceitável. Muitos professores em…

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