1997

insensateza

Plutão avança. Atordoa a lua que é terra. Doce. Que seja. É que vem caos pelo caminho. Vem. Já é caos. E cosmos. Eles dançam. Ando um tanto tonta para afirmar o contrário. A moça é fogo! Debater, questionar, sabe? Ando meio a meio, caminhando e dançando, sabe? Por vezes, também paro. E o tempo? Da doçura os longos beijos e do caos o não saber, essa mistura. Breve dá-se a forma, às vezes demora um bocadinho. Atenção à duração das coisas. O que não permanece – tudo. E tudo é cheio. O que permanece – nada. E nada é vazio? Tudo cheio de cosmos. E de caos. Eu, você e a flor. E a gata que dorme ronronando, grávida. E a lua que mingua. E o broto da hortelã no vaso da cozinha. Nosso desejo. Aquilo que não entendo. Ao que me entrego. Esta saudade. O Sol insiste. O…

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