Era uma vez um menino com um superpoder: na sua família só ele via Os Invisíveis.

UniVersoS

Eu sempre achei a invisibilidade um superpoder incrível. Muito melhor do que uma espada mágica, teias de aranha ou andar com as cuecas para fora da calça. Eu cresci vendo aqueles desenhos do Caverna do Dragão, que eram poucos e repetiam sem parar. E no meio de arqueiros, bárbaros e mágicos, eu sempre preferi a ruivinha que usava um vestido rosa supercurto e uma capa lilás que a fazia desaparecer. Nossa, ainda guardo na memória aquele som que fazia quando ela erguia o capuz e sumia.

Então, cresci achando a invisibilidade o máximo. Afinal, o que pode ser melhor do que fazer tudo o que você quer sem precisar se preocupar com olhares recriminadores (ou com monstros, vingadores, assassinos e afins)? É o sonho de toda criança. E de todo adulto também. A ruiva sempre escapava quando seus amigos eram capturados e voltava para resgatá-los. Invisibilidade para mim era praticamente sinônimo de invencibilidade.

Aí este brilhante livro de Tino Freitas e…

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