Vincent Van Gogh e a vida como devir, por Pablo Rodrigues

Projeto Embarque

Em uma de suas apresentações, o crítico e curador, Agnaldo Farias afirma: “O artista é um sujeito, o movimento que não se sabe ao certo, ele dá as costas para a região iluminada da sociedade. A região iluminada do própria ser e vai em direção à escuridão”. Ao sentirmos dores na garganta por exemplo, prontamente vamos de encontro do otorrinolaringologista. Se os exames revelaram algo mais complicado a ser tratado, carecendo de um intervenção cirúrgica, o anestesiologista deverá ser chamado. Na mesma lógica, o crítico nos faz pensar: “Em que momento então, chamaríamos o artista?”.Dessa forma eu me pergunto então,sobrenecessidade de Picasso, de Gauguin, e especialmente de Vicente Van Gogh.

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Não sou crítico de Arte, ou ainda um Teórico da Artes Visuais. Minha posição está para a posição semelhante a de Alberto Manguel, ao dizer ”Sou viajante inquisitivo e caótico”, “Minha pobre e frágil habilidade para ler imagens”. Eu realmente…

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