Coletivo resiste a indústria cultural e agita o profundo da capital com produções ‘perigosas’: ‘É Noís Q Faiz mesmo’

Grito na Luta

Jean Albuquerque

Os grupos culturais que resistem no cenário periférico são cada vez mais escassos em Maceió – uma das capitais mais violentas do mundo ocupando o 18º segundo ranking da ONU. O Mapa da Violência no Brasil mostra a capital alagoana em 2016 com 898 pessoas mortas nos últimos 6 meses, dentre elas apenas duas pessoas eram brancas.

A produtora alagoana, Noís Q Faiz, vem driblando as dificuldades, a falta de incentivo do poder público e há quase dois organiza o evento N´Agulha na periferia, além de outras atividades voltadas para a cultura Hip Hop.

De acordo com um dos integrantes da produtora, Diego Verdino, a ideia inicial era fazer um evento e movimentar o cenário cultural local, mas aí veio o lançamento de uma coletânea e outras atividades buscando sempre a profissionalização.

QUINZE.jpg Diego Verdino – Foto: QUINZE

“Buscamos sempre melhorar e profissionalizar nossas atividades da melhor forma possível. Trabalhamos em…

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