Chocolate “quase” amargo

PERTO DEMAIS...

Willy Wonka morreu. Na verdade, o ator que o imortalizou (melhor que Johnny Deep), Gene Wilder, sofria e ninguém sabia, de Alzheimer.

Com um jeito de tio querido, Wilder encantou milhares de crianças, jovens e adultos no clássico A Fantástica Fábrica de Chocolates, em que o pequeno Charlie e outras quatro pequeninhos (nem tanto) vão conhecer a fábrica que dá nome ao livro.

“O que você ganha vendo muita TV? Uma dor de cabeça e um Q. I. de três anos. Por que você não tenta simplesmente ler um livro? E olhe só o que vai acontecer: Você não terá, você não terá, você não terá, você não terá, você não terá comerciais!”, é cantado pelos pequenos Woompa Loompas, ajudantes do excêntrico dono da fábrica.

Nada mais atual. Na tevê, no mesmo dia, o país inteiro presencia outro momento histórico (na verdade, poucas pessoas assistem).

O julgamento de uma presidente acusada de…

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