”Crescer é carregar o próprio peso”

os pés oscilaram: o corpo pá, os chinelos plaft, os livros? plumft. as contas: panft panft! os adultos? surgiram todos com o café na mão, disseram inquietos: crescemos, crer sermos? crer para sermos. mas ninguém acreditava em si. ninguém – sequer se enxergava, a geração toda de profissionais estavam… (planft planft planft)

estavam – insisto – (ploft ploft ploft).

estavam… estão… numa onomatopeia constante em que não dizemos, porque (poft poft poft)… não deixam. e se disséssemos? admitiríamos que (plac plac plac)? que os transtornos todos nos transformaram naquele mal do século em que precisamos exigir: amor, dinheiro, sucesso e conquistas. alguém me disse: crescer é carregar o próprio peso. porém, tic tec tic tac tic tec tic tac.

e nem é o relógio que plact plact plact.

é a gente que puft puft puft.

mas caímos tanto (?), e pesamos tanto, que a densidade da água parece ser menor……

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