“Tudo vai pelo melhor, no melhor dos mundos possíveis”

Um Balaio de...

Dizem que quando Voltaire escreveu Cândido, ele acreditava num mundo onde o otimismo de Leibniz fazia sentido, mas temos que concordar, o que ele fez com o pobre “rapaz” foi de uma maldade que faria o “diabo” se roer de inveja. As provações que Cândido passou com todo aquele otimismo fez “Cristo” parecer um amador no ramo dos infortúnios.

E Cunegundes? O mais marcante nesta estória para mim foi Cunegundes. Sim sou apaixonado por essa estória porque, honestamente, quem não “tem” uma/um “Cunegundes” na vida? Sou mais afortunado que Cândido, minha doce “Cunegundes” continua bela, apesar das agruras do tempo e também sei onde ela esta. Longe, muito longe, e vai continuar assim, ao menos é o que vislumbro do futuro. Quanto às provações, estas acredito não terem sido tão trágicas como as dele mas não tem sido tão fáceis de lidar também, mas “Cunegundes” está ótima, isto que importa.

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