REPORTAGEM: Quando o terreiro ocupa o palco e a mitologia dos orixás vira espetáculo

Publicado originalmente em Periferia em Movimento:

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Por Thiago Borges (texto e fotos)

Quando começa o atabaque, é impossível não sentir uma energia percorrendo o corpo.

Os sons de tambores, chocalhos e outros instrumentos de origem africana se misturam a flautas, violinos e bases eletrônicas, enquanto vozes cantam em português e dialetos do outro lado do oceano para um corpo de bailarinas no palco.

Elas representam os orixás, deuses africanos que representam as forças da natureza. Mas também representam o povo que, ao longo de quatro séculos e meio, mantém firmes as raízes ancestrais do povo brasileiro.

Herança cultural africana deixada pelos escravos trazidos para cá na colonização, os orixás estão presentes no nosso dia a dia: seja no típico acarajé, que é a comida oferecida aos deuses do candomblé, seja em rituais resultantes do sincretismo religioso como a lavagem do Bonfim ou as homenagens a Iemanjá que acontecem entre dezembro e fevereiro no litoral.

Tudo…

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